O PENSAMENTO DO CLUBE MILITAR

Quem Comemora? Pense e Conclua!!!

Rio de Janeiro, 08 de Novembro de 2019

Gen Div Gilberto Rodrigues Pimentel

Ex-Presidente do Clube Militar

 

Pois bem, 6 x 5, uma vez mais, e o placar já diz quase tudo.

E eu, embora leigo, ignorante em matéria de Direito, vou continuar duvidando que juízes isentos, com bons propósitos, possam ter suas idéias, permanentemente, alinhadas em grupos constituídos para julgar assuntos tão diversos. O Direito é muito rico e muito cheio de nuances para que isso possa acontecer, e qualquer imbecil percebe. Isso não existe! Há algo de muito errado nesse colegiado. E percebam que eles, os grupos formados, mudam de posição em conjunto, salvo uma rara exceção nesse caso da prisão em segunda instância.  Está bem, que assim seja, a segunda instância está morta.

E agora? Têm os senhores magistrados da mais Alta Corte alguma alternativa para prosseguir com êxito no combate que o governo vem travando contra os criminosos do colarinho branco, ou a intenção era mesmo a de “liberar geral”? Dizem especialistas que há o risco de serem soltos, inclusive, quem ainda está de posse do dinheiro que nos foi roubado. E não pensem que estamos apontando para bandidos integrantes da esquerda, da direita, do centro, ou seja, lá de que ideologia for. Não, falamos de todos, dos Eduardo Cunha, dos Maluf, dos Temer, dos Geddel, dos Lula, dos Zé Dirceu e de outros menos ou não conhecidos, mas tão perigosos quanto.

Não, somos leigos, mas não somos idiotas! Há por trás disso tudo interesses políticos, econômicos, corporativos e sei lá mais o quê, tudo com aparência escusa, pouco próprias da Justiça na qual necessitamos crer.

Valeria, ainda, aduzir que se abrigar no manto do “garantismo” para justificar essas, no mínimo, estranhas decisões é pura balela, pois foi exatamente um desses juízes que, num dia de vergonha para o País, na condição de presidente do Supremo, quem rasgou a Carta Magna em sessão plenária do Senado Federal para livrar a”presidenta” cassada da suspensão do direitos políticos.

O Supremo Tribunal Federal tem obrigação de apresentar uma saída que assegure a continuidade do combate à criminalidade, hoje objetivo prioritário da sociedade.


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