ARTIGO / NOTÍCIA

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O Pensamento do Clube Militar

O Pensamento do Clube Militar

Clube Militar

Rio de Janeiro, 12 de dezembro de 2014

Gen Gilberto Rodrigues Pimentel – Presidente do Clube Militar

UMA MÁCULA A SER LIMPA!

Fosse só o pérfido maniqueísmo que relegou os crimes do terrorismo na década de sessenta ao esquecimento fraudulento, deixando de apurá-los e enumerar aqueles que os perpetraram, já teria sido uma ignomínia imperdoável o relatório da Comissão Nacional da Verdade.

Entretanto, ao analisarmos, cautelosamente, a lista dos nomes dos agentes do estado citados como possíveis executores de crimes na opinião dessa comissão desacreditada, notamos que é muito mais grave a injustiça cometida, enveredando pela senda dos crimes de injúria e difamação. Há no seu conteúdo muitas pessoas, mortas e vivas, que em momento algum tiveram seus nomes vinculados a qualquer evento que pudesse levá-los a estar nesse relatório leviano.

Se nos abstrairmos de qualificar o tipo de investigação levada a efeito, mas nos ativermos, simplesmente, ao resultado injusto e infeliz na busca de atender, sabe-se lá, a que intenções inconfessáveis, vamos concluir que nossas Forças Armadas têm obrigação de se manifestarem, até mesmo judicialmente, na defesa de sua história e de seus integrantes.

Há toda uma base legal para tanto, na medida em que o relatório em questão, ao mentir sem pejo a cerca de militares honrados e leais à Nação brasileira, lançando-lhes a lama de falsos crimes, enodoando seus nomes e de seus familiares, comete crimes, agora sim, fáceis de serem tipificados, dando luz às condições de defesa dos seus integrantes.

Onde essa comissão quis chegar?

Não era propósito do Clube Militar destacar nenhum nome da malfadada lista, pois muitos daqueles nela presentes são injustiçados, mas como calar diante do absurdo de estar elencado dentre os citados o ex-presidente e marechal Castelo Branco, bem como o brigadeiro Eduardo Gomes, simplesmente, o Patrono da Força Aérea Brasileira.

É inadmissível aceitar passivamente que uma comissão que se fez espúria, por suas próprias resoluções, resolva qualificar como criminosa toda a cadeia de comando nacional, envolvendo presidentes, ministros e comandantes militares de toda ordem, por, irresponsavelmente, querer assim fazê-lo, sem qualquer comprovação, seguindo, unicamente, seu juízo sectário.

É, sim, uma questão de honra institucional a ser defendida na busca da preservação de todo um patrimônio imaterial conquistado, século após século, por milhares de pessoas dedicadas à verdadeira causa da Pátria.

Com a palavra as Forças Armadas do Brasil!

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